Estudo para concurso que sai do PDF e vira produto.
Preparação para o POSCOMP em trilhas visuais — autômatos animados, simulador fiel à prova e flashcards com repetição espaçada. O desafio: diferenciar num mar de apostilas e transformar edital em experiência.

O desafio
Um edital denso, um público impaciente.
O conteúdo do POSCOMP é pesado — teoria da computação, autômatos, estruturas — e a maioria dos materiais é PDF e videoaula. O candidato quer entender rápido e treinar do jeito da prova, não decorar apostila.
O produto tinha que provar, logo de cara, que estudar ali é diferente: visual, interativo e fiel ao exame.
Do nicho ao produto que ensina de outro jeito.
Nicho e promessa
Foco no candidato ao POSCOMP e à pós em computação, com uma promessa nítida: sair do PDF e aprender de forma visual e interativa. É isso que separa o produto de mais uma apostila.
O edital virado produto
25 tópicos do edital em trilhas visuais, com autômatos animados, simulador fiel à prova e flashcards com repetição espaçada. A interatividade é a própria oferta — não um extra.
SEO e conteúdo por tópico
Conteúdo e SEO em torno dos temas do edital (autômatos, complexidade, grafos) e presença em respostas de IA — captando o candidato exatamente na dúvida que ele está pesquisando.
GA4 · Clarity · Meta Pixel
Medição ligada para ver quais trilhas engajam, onde o estudante para e o que o leva ao simulador — a base para decidir o que melhorar e o que promover.
O simulador como isca
Amostra de trilha e simulador fiel como prova de valor antes do cadastro — o estudante sente a diferença na pele e só então decide. O atrito medido vira teste de conversão.
Edital denso transformado em experiência de estudo.
Diferencial claro
Trilhas visuais, autômatos animados e simulador fiel — longe de mais uma apostila em PDF.
Captação por intenção
SEO e conteúdo por tópico do edital, atraindo o candidato na dúvida que ele pesquisa.
No ar e medido
Produto publicado em aprovado.xyz, com GA4, Clarity e Meta Pixel prontos para otimizar.
Tem conteúdo bom preso num formato ruim?
A gente transforma em produto — e desenha como ele chega em quem precisa.